segunda-feira, 13 de setembro de 2010

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Então uma fundação é responsável por selecionar os profissionais.
De um modo geral, todos que passam no concurso estão há anos isolados do convívio social e da vida noturna, afundados no estudo (rsrs) ... do Direito.
"Direito, objeto cultural, disciplina normativa e heterônoma da vida exterior e relacional dos homens, bilateral e imperativo-atributiva, dotada de validade, eficácia e coercibilidade..." Estudei na época de faculdade.
Mas como eu dizia, só entra gênio!
Conversa-se sobre tudo num estabelecimento como este. O principal assunto é o noticiário em geral, o futebol, a política... Depois, num honroso segundo lugar, os processos. Uma particularidade, sem dúvida, é o caráter multi-estatal (sim, trabalhamos numa multi-estatal!) que confere os mais distintos sotaques e pontos de vista aos debatedores.
Além das internas, também mantemos relações com as outras duas secretarias no nosso andar, pasmem, a 52 e a 54. Cumpre, aliás, parabenizar a todos pelos últimos anos sem incidentes relevantes, tais como... "Roubaram meu iogurte!", "Sumiu o meu angu!"... coisas do gênero, haja visto as 3 varas dividirem a mesma geladeira. Mas a primavera não é só de flores e é comum também um funcionário vizinho passar com a cabeça baixa e a cara séria por você no corredor. Isso acontece, são sempre os mesmos.
Ademais, resta a convivência com os advogados e frequentadores do prédio em geral, amistosa na maioria das vezes. E com o pessoal da segurança. No nosso andar, o responsável pela manutenção da ordem pré-estabelecida é uma figura IMPAGÁVEL! Trata-se de um baiano "paraguaio", desses que torcem pro Flamengo, especialista em artes marciais e confeiteiras, mais falador que um baiano-paraguaio-flamenguista, e certamente merecedor de um capítulo à parte.
 
Mas é,
quem não se comunica,
se trumbica!
 
Laroiê!

2 comentários:

  1. Fui notificada, pois bem, cá estou!
    Diria que O TÉCNICO está chateado porque teve um sorriso negado entre os corredores. Hahahaha...
    Apesar de em comum a "grande escola do direito" tradicional diria, nem no centro da capital, nem no bairro das perdizes e sim no meio do caminho com seus inumeros bares e transeuntes. Não conheço o digníssimo prolator da frase mas garanto que ele diria que os amigos do direito que fazemos são para a vida toda, e de preferência que essa amizade seja regada de cerveja as quartas.
    Sendo uma legítima representante da subclasse proponho um happy hour!
    Beijo

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  2. O dia de Xangô realmente é o mais indicado para happy hours; o correto, inclusive, é iniciar com uma cerveja escura. Este tema será tratado em breve pelo blog que, democrático, desde já posiciona-se de forma favorável à proposta.

    E tenho bebido, digo, dito.

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